Confira agora o guia completo de marketing para redes sociais

Quando falamos em redes sociais, a primeira coisa que vem à mente das pessoas são canais como o Facebook, o Twitter, o Instagram, entre outros. Porém, o conceito de redes sociais é muito mais amplo do que isso. Descubra!

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A internet revolucionou a forma como as empresas fazem publicidade e se relacionam com o público. Por isso, o marketing redes sociais tem ganho espaço nas organizações, que utilizam esse meio para conquistar mais resultados positivos para os seus negócios. Foi a pensar em contribuir para que você saiba como utilizar esses canais corretamente que desenvolvemos este post, que tem o objetivo de servir como um verdadeiro guia de marketing para redes sociais.

Nos tópicos a seguir, vamos explicar quando as redes sociais surgiram, qual a diferença entre rede social e media social, o que é marketing nas redes sociais e o porquê de ser importante investir nesses canais. Além disso, mostraremos quais são as redes sociais mais utilizadas, como produzir conteúdo e de que forma um software especializado pode ajudar. Acompanhe agora mesmo e fique por dentro das novidades sobre o assunto!

Quando surgiram as redes sociais?

Quando falamos em redes sociais, a primeira coisa que vem à mente das pessoas são canais como o Facebook, o Twitter, o Instagram, entre outros. Porém, o conceito de redes sociais é muito mais amplo do que isso e tem início na sociologia, antes mesmo de surgir a internet.

Uma rede social nada mais é do que uma rede de relações, algo similar à ideia de região, conforme o conceito elaborado pelo teórico José Clemente Pozenato, no livro “Processos culturais: reflexões sobre a dinâmica cultural”.

Deste modo, podemos dizer que as redes sociais surgiram ainda no tempo das cavernas, quando os nossos antepassados se reuniam para contar e ouvir histórias. Qualquer grupo em que haja uma troca de relações, portanto, pode ser considerado uma rede social, seja ele digital ou presencial.

Um grupo de estudantes de uma universidade, os fiéis de uma igreja, os associados de um clube, entre outros agrupamentos, são considerados uma rede social. Por isso, como podemos perceber, o conceito de rede social é bem mais amplo do que imaginamos e o seu surgimento foi ainda na pré-história.

Qual a diferença entre rede social e media social?

Não é errado dizer que o Facebook, o Instagram, o LinkedIn e outros canais digitais são redes sociais, pois, como vimos, eles formam um grupo de relações. Porém, as redes sociais na internet também têm características mediáticas, podendo então receber o nome de media social.

O Facebook, por exemplo, pode ser considerado tanto uma rede social como uma media social. Isto porque ele faz com que os utilizadores se conectem entre si, formando uma rede de relações. Ao mesmo tempo, ele permite a produção e publicação de fotos, textos, vídeos e outros conteúdos media.

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Os primeiros registos de medias sociais surgiram em meados da década de 1990, quando a internet se popularizou em todo o mundo e surgiram os primeiros fóruns para debates na internet.

Para alguns pesquisadores da área, a primeira media social que surgiu foi o Six Degrees, um site em que os utilizadores podiam criar um perfil e adicionar outros leitores, formando uma rede de contatos. Esse canal surgiu em 1997 e foi descontinuado em 2001.

Nos anos seguintes, outras medias sociais surgiram e ganharam popularidade. É o caso do MySpace e do Orkut, que era muito utilizado no Brasil e foi, para muitos brasileiros, o primeiro contato com a internet. Atualmente, não só as pessoas físicas utilizam as redes e medias sociais para se conectarem umas com as outras, mas também as empresas, gerando assim o chamado marketing nas redes sociais.

O que é marketing nas redes sociais?

Antes da popularização das redes sociais na internet, as estratégias de marketing era realizadas principalmente nas chamadas medias tradicionais. Desta forma, as emissoras de rádio e de televisão, os jornais impressos, os folders e flyers, entre outros canais eram os utilizados para a comunicação com os públicos.

Estes meios tinham uma desvantagem: o poder de comunicação estar nas mãos de poucos. Assim, os donos das emissoras de TV, por exemplo, eram os únicos que podiam produzir conteúdo para esse veículo. De tal forma, se as empresas quisessem emitir algum comunicado, exibir uma mensagem publicitária etc., teriam que pagar para essa execução nas emissoras.

Com a popularização das redes sociais na internet, as empresas puderam ter os seus próprios canais de comunicação. Hoje, qualquer pessoa pode criar uma conta no YouTube e produzir vídeos, por exemplo.

Porém, o conceito de marketing nas redes sociais é bem maior que isso. Ele envolve não só a produção de conteúdo para todas essas medias que surgiram, mas também o tato para se relacionar com os públicos.

Hoje, qualquer pessoa pode entrar na página do Facebook de uma organização e deixar uma mensagem negativa, por exemplo. Nesse caso, é preciso utilizar técnicas de relações públicas para apaziguar a situação e evitar que ela se transforme num transtorno ou crise de imagem para a organização.

Além disso, também se inclui nas tarefas de marketing nas redes sociais, o planeamento e controlo de orçamento de media. Assim como antigamente era preciso pagar para aparecer na televisão, agora também existem meios de fazer posts patrocinados e anúncios na maioria das redes sociais. Dessa forma, as publicações atingem um maior número de pessoas.

A principal vantagem de investir orçamento publicitário nas redes sociais é que elas não são massivas. Se tem uma empresa que vende artigos para atletas, por exemplo, e comprar um anúncio no horário nobre da maior emissora de TV de Portugal, terá uma visibilidade imensa. Milhares de pessoas assistirão ao seu anúncio! Mas quantas delas, de fato, têm interesse em adquirir aquilo que está a vender?

No caso das redes sociais, a empresa pode fazer o mesmo anúncio e segmentá-lo para um perfil de público muito restrito de pessoas, que realmente podem estar interessadas em adquirir os produtos para atletas que está a vender.

Isso justifica-se porque podem ser criadas segmentações baseadas no sexo, idade, localização geográfica, preferências registadas nas próprias redes sociais etc. Assim, o seu dinheiro será bem empregue e os resultados serão mais efetivos para o seu negócio.

Por que é importante investir em marketing nas redes sociais?

Agora que já sabe o que é o marketing nas redes sociais e como ele pode gerar resultados para uma empresa, precisa ainda compreender sobre a importância desse investimento. Isto porque as vantagens que esse canal de marketing traz são muitas. A seguir, falaremos sobre as principais.

Fortalecimento dos laços com os públicos

A pesquisadora Raquel Recuero é autora do livro “Redes sociais na internet” e uma das principais estudiosas dessa área no Brasil. Nas suas obras, ela defende a teoria de que todas as relações estabelecidas em redes geram laços, que podem ser fracos ou fortes.

Se uma pessoa segue a página de uma empresa no Facebook, por exemplo, estará a estabelecer um laço com a marca. Porém, esse laço ainda é fraco e para que se torne forte é preciso que haja interação entre as duas partes.

Com o fortalecimento dos laços com o público, haverá mais hipóteses dessas pessoas se tornarem leads e, depois disso, clientes da marca. É por isso que é importante criar conteúdos que engajem e estimulem a participação dos seguidores, como promoções.

Divulgação da cultura organizacional

A cultura organizacional já não é algo que deve permanecer entre as quatro paredes da empresa. Cada vez mais as pessoas valorizam a transparência nos negócios e é por isso que os valores internos precisam ser divulgados.

De nada adianta uma empresa dizer que é amiga da natureza, por exemplo, se emitir poluentes para o meio ambiente. Através das redes sociais, a empresa pode mostrar ao seu público as ações que realiza, no que se refere à preservação dos recursos naturais.

Assim, os valores, a missão e a visão do negócio podem-se converter em ações, que serão mostradas ou até mesmo contar com a participação dos seguidores.

Possibilidade de segmentar públicos

As redes sociais, como explicámos anteriormente, possibilitam a comunicação com nichos muito específicos. Porém, as empresas nem sempre trabalham apenas para um perfil de público único. É por isso que podem ser desenvolvidas as chamadas personas, que são personificações de como seriam os clientes reais do negócio.

Imagine, por exemplo, uma loja de calçado, que vende sapatos sociais e também ténis desportivos. Ela pode atender, portanto, um público mais tradicional e que gosta de se vestir bem e ao mesmo tempo pessoas que praticam desportos, como corrida ou caminhada e querem um calçado confortável para isso.

Nas redes sociais é possível criar posts para ambos os tipos de público, adaptando a linguagem a cada um deles, utilizando técnicas como o copywriting.

Realização de vendas através das redes sociais

Apesar das redes sociais não serem a única estratégia de marketing digital a ser implementada com a finalidade de vender mais, elas também podem ser utilizadas para essa finalidade.

A ideia é que a empresa crie anúncios ou posts a divulgar os produtos ou serviços que oferece. Desta forma, os seguidores poderão ser direcionados para um site ou landing page onde a compra será realizada.

Outra vantagem das redes sociais é que elas contribuem para o SEO, permitindo que o seu conteúdo seja encontrado através das diversas formas de pesquisa.

Quais são as redes sociais mais utilizadas?

Existem diversas redes sociais, sendo que muitas delas são focadas em públicos específicos. Por isso, convém que as empresas façam um estudo minucioso para saber em qual desses canais o seu público está presente e assim colher mais resultados positivos.

A seguir, vamos falar um pouco sobre as redes sociais mais usadas na internet nos dias de hoje, trazendo curiosidades sobre cada uma delas.

Facebook

O Facebook foi criado no ano de 2004, por Mark Zuckerberg, Dustin Moskovitz e Chris Hughes, três alunos da Universidade de Harvard. Na época, eles não tinham noção do verdadeiro império que estavam a criar.

A história do Facebook, que no início tinha como foco formar uma rede virtual apenas para os alunos de Harvard, pode ser vista no filme “A Rede Social”.

O Facebook cresceu de forma exponencial e hoje é uma das empresas gigantes de tecnologia. São mais de 2300 milhões de internautas que têm conta nessa rede social, sendo um dos principais canais utilizados pelas empresas que desejam investir em marketing digital.

WhatsApp

Criado em 2009, pelos programadores Brian Acton e Jam Koum, ex-funcionários do Yahoo, o WhatsApp é hoje a aplicação de mensagens mais popular do mundo. Em 2014, os criadores da app venderam o projeto e as suas ações ao Facebook, que hoje é o detentor da marca e responsável pela manutenção da aplicação.

A ideia do WhatsApp era ser uma alternativa aos serviços de mensagens via SMS, que resultavam em valores consideráveis cobrados aos seus utilizadores. Atualmente, além das mensagens de texto, também é possível partilhar conteúdos em forma de imagem, áudio e vídeo, além de se poder fazer chamadas de voz pela aplicação.

Também já existe o WhatsApp Business, uma versão exclusiva para as empresas. Desta forma, os negócios podem criar uma conta autenticada e comunicar com os seus clientes.

YouTube

A maior plataforma de vídeos do mundo, o YouTube, também é uma rede social, pois gera a conexão e forma uma rede entre os utilizadores. O site foi criado em fevereiro de 2005, pelos programadores Chad Hurley, Steve Chen e Jawed Karim.

De lá para cá o YouTube cresceu muito e hoje ser youtuber é praticamente uma profissão. São muitas as pessoas que se dedicam a produzir vídeos para os seus canais e assim gerar entretenimento através do site.

Como o YouTube é uma media social que permite a publicação de vídeos, bem como transmissões ao vivo, ela também é muito recomendada para as empresas que desejam fazer marketing nas redes sociais.

Instagram

O Instagram é uma das redes sociais populares mais jovem, criada em 2010. No início, chamava-se Burbn, mas, poucos meses depois, recebeu o nome atual. Além disso, no início era utilizada apenas para aplicar filtros e partilhar fotos. Atualmente, novas funcionalidades foram acrescentadas, como os Stories. Essa ferramenta foi inspirada no Snapchat, outra rede social que estava em alta.

O Instagram foi criado pelo brasileiro Mike Krieger, em parceria com Kevin Systrom. Em 2012, quando a aplicação já era bastante popular, foi comprada pelo Facebook, que hoje também é o responsável por essa media social.

Twitter

Criado em 2006 por Jack Dorsey, Noah Glass, Biz Stone e Evan Williams, o Twitter é uma rede social que permitia publicações de até 140 caracteres. A ideia inicial era que a rede social funcionasse como um microblog, em que as pessoas poderiam partilhar pequenas informações com os seus seguidores.

Rapidamente o Twitter caiu no gosto popular e passou a ser utilizado por diversas pessoas e veículos de comunicação. Como é uma ferramenta muito ágil, esta rede social é ideal para noticiar o que está a acontecer no momento.

Muito embora o Twitter tenha os seus altos e baixos de popularidade, ainda continua a ser utilizado por muitas pessoas e é certamente útil para o marketing nas redes sociais de diversas empresas.

Outras redes sociais

Existem outras redes sociais que, apesar de possuirem menos utilizadores, podem ser úteis para determinados nichos de negócio. É o caso, por exemplo, do Snapchat, do Tumblr, do Pinterest, entre outras.

Convém que analise cada um desses canais para verificar se vale ou não a pena investir neles nas ações estratégicas do seu negócio.

O Pinterest, por exemplo, tem um papel importante para a área da moda e no setor de viagens. Portanto, é interessante para empresas desses segmentos.

Como produzir conteúdo para cada rede social?

A produção de conteúdo no marketing para redes sociais varia de acordo com o canal utilizado para essa finalidade. O Facebook é uma rede de grande abrangência, por isso permite uma ampla possibilidade de produtos.

Em contrapartida, a rede social LinkedIn, por exemplo, está voltada para o meio empresarial. Sendo assim, o conteúdo deve ser desenvolvido com uma linguagem adaptada para esse perfil de público.

De maneira geral, existem alguns pormenores que necessitam ser levados em consideração no momento de produzir conteúdo para as redes sociais. Listaremos esses pontos nos tópicos a seguir. Continue connosco e confira-os!

Planeamento estratégico

Independentemente do canal escolhido para desenvolver o marketing nas redes sociais, é preciso ter um planeamento por trás disso. Não se deve simplesmente criar conteúdo aleatório, sem um minucioso estudo de público.

É preciso que se tenha em mente quais são os objetivos da organização ao estar numa rede social e assim criar calendários de conteúdo e estratégias de relacionamento. Nunca crie uma conta numa rede social e a deixe abandonada!

Produza conteúdo de qualidade

Pode até parecer que este assunto está demasiado batido, mas também não se deve publicar conteúdos de qualidade duvidosa nos canais da sua empresa, pois é a imagem do seu negócio que está em jogo.

Deve-se ter muito cuidado e até mesmo um toque jornalístico para que a sua página não se torne numa divulgadora de fake news, por exemplo. Além disso, a produção de conteúdo precisa ser apurada.

O Instagram, a título de exemplo, é uma rede social que tem o foco principal na partilha de imagens. Desta forma, o mínimo que pode fazer é publicar fotos de boa qualidade, que sejam bonitas e agradáveis de serem vistas pelo público. Ter atenção com o tamanho ideal das imagens para redes sociais, portanto, é algo que deve ser sempre realizado.

O mesmo vale para o YouTube, que precisa de ter vídeos muito bem estruturados, produzidos e filmados. Investir nas melhores câmeras para gravar vídeos pode ajudar nesse sentido, uma vez que as imagens terão qualidade para as pessoas que irão assistir às suas gravações.

Desenvolva conteúdos que geram partilhas

Chamamos de engagement de propagação às estratégias que geram a interação das pessoas com os conteúdos que publicados nas redes sociais da empresa. Esse engagement pode ser um like, um comentário, uma partilha etc.

Para isso, uma ideia interessante é fazer com que as pessoas se sintam instigadas a interagir consigo nas redes. Dessa forma, fazer perguntas, produzir conteúdos em forma de jogos ou atividades, entre outras ações são indicadas.

O engagement de propagação, além de fazer com que mais pessoas tenham acesso aos materiais partilhados nas suas ações de marketing nas redes sociais, também ajuda no SEO. Isto quer dizer que, quanto mais as pessoas interagirem com os seus conteúdos, mais ele será mostrado nos feeds e, logicamente, mais oportunidades de negócio serão geradas.

Faça das redes sociais uma espécie de SAC

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O Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC) geralmente era feito por telefone. Atualmente, no entanto, muitas pessoas preferem pedir informações, fazer reclamações ou elogios pela internet. É por isso que o marketing nas redes sociais nunca pode negligenciar essa atividade.

É preciso que faça das redes um canal para estreitar relacionamentos e gerar laços fortes, como explicámos anteriormente, com base nas teorias de Raquel Recuero.

Além disso, as interações com o público também servem para que possam ser geradas ideias de conteúdo a ser produzido. Se muitas pessoas tiverem a mesma dúvida sobre como usar um produto, por exemplo, pode ser feito um tutorial para auxiliar os clientes nesse sentido.

Como um software online especializado pode ajudar?

Os softwares online podem ser verdadeiros aliados dos estrategas de marketing nas redes sociais. Isto porque existem diversos programas que podem auxiliar na produção e na distribuição do conteúdo.

Existem alguns softwares que possibilitam a programação dos posts, gestão de horários para a publicação, geração de relatórios de interação etc. Tudo isto contribui para que ações mais estratégicas possam ser desenvolvidas no futuro.

Também existem outros softwares online como o E-goi, que permitem a integração com as redes sociais. Muito usado para ações de e-mail marketing e envio de mensagens, pode-se integrar com as medias sociais.

Já deve ter recebido, por exemplo, newsletters com botões no rodapé ou cabeçalho da página para partilhar o conteúdo em redes como o Twitter e Facebook. Essa é uma das ações que podem ser desenvolvidas utilizando o E-goi.

O marketing nas redes sociais representa hoje uma fatia significativa das ações publicitárias e de relações públicas desenvolvidas pelas empresas. Por isso, é preciso estar sempre atento às novidades na área e esperamos que este post tenha sido útil nesse sentido.

Lembre-se que o E-goi pode ajudar a sua empresa a ter ainda mais eficiência ao trabalhar com esse tipo de media. Que tal experimentar a nossa plataforma agora mesmo!

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