<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/" > <channel> <title>Ernesto Ferreira, Autor em E-goi</title> <atom:link href="https://blog.e-goi.com/br/author/eferreira/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" /> <link></link> <description></description> <lastBuildDate>Mon, 29 Sep 2025 13:58:08 +0000</lastBuildDate> <language>pt-BR</language> <sy:updatePeriod> hourly </sy:updatePeriod> <sy:updateFrequency> 1 </sy:updateFrequency> <image> <url>https://blog.e-goi.com/wp-content/uploads/2018/02/favicon-egoi-512x512-200x200-100x100.png</url> <title>Ernesto Ferreira, Autor em E-goi</title> <link></link> <width>32</width> <height>32</height> </image> <item> <title>Microsoft admitiu: dados brasileiros não estão a salvo. Quem será o próximo?</title> <link>https://blog.e-goi.com/br/dados-brasileiros-nao-estao-a-salvo/</link> <comments>https://blog.e-goi.com/br/dados-brasileiros-nao-estao-a-salvo/#respond</comments> <dc:creator><![CDATA[Ernesto Ferreira]]></dc:creator> <pubDate>Fri, 19 Sep 2025 17:07:48 +0000</pubDate> <category><![CDATA[Data Strategy]]></category> <guid isPermaLink="false">https://blog.e-goi.com/?p=62430</guid> <description><![CDATA[Afinal, guardar dados no Brasil não basta. O Cloud Act expõe uma fragilidade crítica: dados armazenados em solo brasileiro continuam vulneráveis a leis externas. Por isso, soluções criadas e controladas no Brasil são essenciais para assegurar soberania digital. É neste ponto que a E-goi se destaca, garantindo 100% de conformidade legal.]]></description> <content:encoded><![CDATA[ <p class="wp-block-paragraph">Vi hoje uma notícia na <strong>Forbes</strong> que deveria acender alertas em qualquer empresa que opere no Brasil. Em uma audiência no Senado francês, um representante da Microsoft foi questionado: <em>“Pode garantir que os dados de cidadãos europeus nunca serão acessados por autoridades norte-americanas sem autorização local?”</em> A resposta foi direta: <em>“Não posso garantir isso”</em>.</p> <p class="wp-block-paragraph">Mesmo afirmando que isso nunca ocorreu até hoje, a verdade é que esse simples “não posso garantir” abre uma fissura enorme no conceito de confiança digital. Porque confiança não diz respeito apenas ao que já aconteceu. Trata-se, sobretudo, do que pode acontecer amanhã.</p> <p class="wp-block-paragraph">E aqui entra um ponto essencial:</p> <ul class="wp-block-list"> <li><strong>Residência de dados</strong> é apenas o local físico onde a informação está armazenada.<br></li> <li><strong>Soberania de dados</strong> é muito mais: significa que os dados estão sujeitos apenas às leis e autoridades do país ou região onde residem.</li> </ul> <p class="wp-block-paragraph">Para as empresas brasileiras, isso muda completamente o jogo. Já não basta dizer “seus dados estão no Brasil”. É preciso garantir que não existe uma porta de entrada remota para jurisdições externas.</p> <p class="wp-block-paragraph">É aqui que entra o <strong>Cloud Act</strong>, a lei americana que permite às autoridades dos Estados Unidos acessarem dados armazenados por qualquer empresa norte-americana, independentemente do país em que esses dados estejam. Isso significa que, se uma autoridade pública dos EUA solicitar acesso, empresas como Microsoft, Adobe, Salesforce ou Oracle são legalmente obrigadas a entregar informações privadas de cidadãos e organizações brasileiras, mesmo que esses dados estejam hospedados em servidores dentro do Brasil. Este é o verdadeiro choque de realidade: não se trata de um risco distante, mas de uma vulnerabilidade legal que deixa claro que <strong>os dados brasileiros, quando armazenados em tecnologia americana, nunca estão realmente seguros</strong>.</p> <p class="wp-block-paragraph">Outro ponto importante é o impacto competitivo. Se a confiança é o novo diferencial, então soluções tecnológicas <strong>desenvolvidas e controladas no Brasil</strong> passam a ter uma vantagem clara em relação a gigantes globais. Não apenas pelo cumprimento da <strong>LGPD</strong>, mas porque refletem valores de privacidade, ética e autonomia digital alinhados ao contexto brasileiro.</p> <p class="wp-block-paragraph">Já começamos a ver uma mudança: <em>“We’re already seeing a shift towards building homegrown solutions that support true data sovereignty rather than data residency.”</em></p> <p class="wp-block-paragraph">Na <strong>E-goi</strong>, vemos isso todos os dias. Os clientes querem clareza, querem garantias. E cada vez mais escolhem fornecedores capazes de oferecer respostas sólidas.</p> <p class="wp-block-paragraph">Talvez este seja o início de um movimento autêntico de independência tecnológica no Brasil. E a pergunta que deixo é: estamos preparados para transformar a soberania de dados em motor de inovação?</p> <p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://www.forbes.com/sites/emmawoollacott/2025/07/22/microsoft-cant-keep-eu-data-safe-from-us-authorities/">https://www.forbes.com/sites/emmawoollacott/2025/07/22/microsoft-cant-keep-eu-data-safe-from-us-authorities/</a></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>https://blog.e-goi.com/br/dados-brasileiros-nao-estao-a-salvo/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> </channel> </rss>